segunda-feira, 15 de agosto de 2016
O piloto e eu
Essa história começa num dia de domingo em que eu esperava meu voo. Se você é como eu e adora um banheirão nada mais normal que sempre dar uma checada nos banheiros, sempre há um que permite uma pegação ou pelo menos um flagrazinho em um cara mais distraído e se você realmente for como eu são várias tentativas até o cara interessado em pegação aparecer, ou seja, tem muita determinação envolvida no processo.... Ao passar pelos vários banheiros identifiquei um mais afastado, menor que os outros pois só possuía dois reservados, duas pias, um espelho e um mictório bem próximo a porta de entrada/saída, um espaço bem apertado mesmo, sempre que podia observava quem entrava nele e uma vez ou outra dava um volta pelo aeroporto e entrava nesse mais afastado com a desculpa de lavar o rosto... depois de entrar nele e sair várias vezes resolvi tentar mais uma vez antes de ir almoçar, ao entrar me deparo com um piloto arrumando-se, escovando os dentes, penteando o cabelo. Era um homem entre 35 e 40 anos, em forma, cabelo preto, um pouco mais alto que eu devia ter 1,75 cm, me chamou a atenção e logo comecei a olhar para ele percorrendo seu corpo om meu olhar, percebi que ele fazia o mesmo, trocamos vários olhares e ambos estávamos na expectativa de algum sinal do outro, ele inclusive baixou as calças como se fosse arrumar a camisa e eu atentamente observando ainda sem saber se ele estava se insinuando ou era apenas um cara sem noção que estava no banheiro, após alguns minutos ele se dirigiu ao mictório, eu continuei observando atentamente pelo espelho. Ele de uma forma bem discreta e até envergonhada colocou o pau pra fora que já estava meia bomba, começou a bater uma vagarosamente até ficar duro, um pau cabeçudo e rosado, macio de se pegar, assim que vi aquilo prontamente já fiquei do lado dele oferecendo uma mão amiga, comecei devagar pra sentir ele latejando e crescendo em minha mão e depois fui acelerando enquanto ele gemia e apertava a minha bunda como se quisesse algo mais, continuei batendo punheta nele e acariciando a cabeça do pau, nesses momentos ele gemia mais e mais, até que ele gozou, um belo jato e muito farto pois sujei a mão toda, parecia que fazia tempo que ele tinha gozado, ele me agradeceu acariciou a minha bunda mais uma vez nos despedimos e fui almoçar tranquilamente.
sábado, 13 de agosto de 2016
A minha primeira vez sendo homem (Miguel)
Apesar desde pequeno ficar me agarrando com outros meninos, nunca soube direito o que realmente estava acontecendo. Eu sentia atração e então fazia de tudo pra beijá-los, isso com apenas seis anos de idade. Na adolescencia eu dei um time e comecei a ficar com garotas, creio que mais por uma imposição social, mas eu ainda fui perdidamente apaixonado por uma namorada quando tinha 16 anos. Nunca transamos (Oh glória!). Essa mesma namorada morava no sítio em que sempre ia passar férias, no qual minha avó também residia. Comecei a frequentá-lo com meus doze anos mais ou menos e sempre gostei muito de lá. Acordava cedo, tomava café, dava milho para as galinhas, levava o gado junto com meu tio para a roça, enfim... eram momentos de tranquilidade.
Outra coisa que fazia muito era caçar passarinho com meu primo, que era um ano mais novo que eu. Todos os dias íamos a um lugar diferente, eu não gostava muito da ideia de matar, mas ia mais pela diversão e pelos momentos de descontração. Certo dia fomos pelo baixio no qual havia uma enorme mangueira, era mês de dezembro e o pé estava carregado. Subimos na intenção de saborear algumas mangas quando meu primo falou:
- Eu vou bater uma punheta.
Aquilo foi embaraçoso, já havíamos saído outras vezes e nunca ele havia falado assim, na cara dura, mas também fui. Ficamos a uns dois metros de distância, pois havia a possibilidade de alguém chegar. Quando nos acomodamos entre os galhos e vimos que os caminhos que davam até à mangueira estavam ao nosso alcance de visão, ele tirou o pau do short, e que pau! Grosso e creio que uns 18cm. Seu apelido era três pernas. O pau estava meia bomba e para deixá-lo mais duro ele deu umas três sacudidas, cuspiu e começou os movimentos. Eu fiquei duro na hora!!!!
Meu primo era bonito, sempre teve fama de macho, bruto. A cor da pele era daquelas típica de trabalhador do campo, moreno queimado do sol. Isso tudo mexia comigo. Começamos a masturbação, chegando a um ponto que eu olhava muito para o pau dele e ele começou a olhar para o meu. Nosso olhares ficaram tão descarados que ele perguntou:
- Bate um pouquinho aqui?
Eu fiquei receoso, afinal ele sempre foi o machão e podia estar fazendo aquilo para me ridicularizar depois. Então disse:
- Só se você bater um pouco aqui também.
Ele fez um gesto para eu me aproximar. Fiquei do lado dele, ele estendeu a mão e apertou meu pau com força. Nossa como foi gostoso. Automaticamente eu peguei no dele, minha mão quase não fechava. Apertei e fazia os movimentos, pouco tempo depois ele gozou. A imagem da gala jorrando nunca vou esquecer. Caía nas folhas verdes e levemente escorria até cair no chão. Ele continuou a me masturbar até eu gozar também. Ao terminar senti uma sensação de nojo grande, foi a primeira vez que tive contato com homem já sendo homem (não ejaculava ainda quando tive outras coisas com homens). Sei que depois disso fomos para casa, a dele ficava pouco acima da de minha avó. Antes de me despedir falei:
- Amanhã vamos caçar passarinho de novo?
- Com certeza! - Respondeu ele.
O sorriso e o olhar dele já insinuou tudo.
Outra coisa que fazia muito era caçar passarinho com meu primo, que era um ano mais novo que eu. Todos os dias íamos a um lugar diferente, eu não gostava muito da ideia de matar, mas ia mais pela diversão e pelos momentos de descontração. Certo dia fomos pelo baixio no qual havia uma enorme mangueira, era mês de dezembro e o pé estava carregado. Subimos na intenção de saborear algumas mangas quando meu primo falou:
- Eu vou bater uma punheta.
Aquilo foi embaraçoso, já havíamos saído outras vezes e nunca ele havia falado assim, na cara dura, mas também fui. Ficamos a uns dois metros de distância, pois havia a possibilidade de alguém chegar. Quando nos acomodamos entre os galhos e vimos que os caminhos que davam até à mangueira estavam ao nosso alcance de visão, ele tirou o pau do short, e que pau! Grosso e creio que uns 18cm. Seu apelido era três pernas. O pau estava meia bomba e para deixá-lo mais duro ele deu umas três sacudidas, cuspiu e começou os movimentos. Eu fiquei duro na hora!!!!
Meu primo era bonito, sempre teve fama de macho, bruto. A cor da pele era daquelas típica de trabalhador do campo, moreno queimado do sol. Isso tudo mexia comigo. Começamos a masturbação, chegando a um ponto que eu olhava muito para o pau dele e ele começou a olhar para o meu. Nosso olhares ficaram tão descarados que ele perguntou:
- Bate um pouquinho aqui?
Eu fiquei receoso, afinal ele sempre foi o machão e podia estar fazendo aquilo para me ridicularizar depois. Então disse:
- Só se você bater um pouco aqui também.
Ele fez um gesto para eu me aproximar. Fiquei do lado dele, ele estendeu a mão e apertou meu pau com força. Nossa como foi gostoso. Automaticamente eu peguei no dele, minha mão quase não fechava. Apertei e fazia os movimentos, pouco tempo depois ele gozou. A imagem da gala jorrando nunca vou esquecer. Caía nas folhas verdes e levemente escorria até cair no chão. Ele continuou a me masturbar até eu gozar também. Ao terminar senti uma sensação de nojo grande, foi a primeira vez que tive contato com homem já sendo homem (não ejaculava ainda quando tive outras coisas com homens). Sei que depois disso fomos para casa, a dele ficava pouco acima da de minha avó. Antes de me despedir falei:
- Amanhã vamos caçar passarinho de novo?
- Com certeza! - Respondeu ele.
O sorriso e o olhar dele já insinuou tudo.
Quem Somos?
Muitos de vocês devem estar curiosos em saber quem somos. Onde moramos? O que fazemos? Como somos? Meus caros, apenas o tempo dirá. One day. Mas como forma de deixá-los menos curiosos segue uma breve descrição do perfil de cada um.
Miguel (Me)
PAUlistano (mas não moro mais). Sagitariano com ascendente em gêmeos, 23 anos. Estou mestrando e sou extremamente conciso nas palavras (E inventa de escrever Blog pra que?).
P.S. Tenho a coroa. Com o passar das postagens vocês entenderão os motivos.
Allan Ricart
Capricorniano com seu 1 metro e 82 centímetros, magro biotipo. As pessoas dizem que os 2.2 (que não é só na idade) é para enlouquecer. O melhor dançarino do grupo por onde passa deixa todos de boca aberta com seu gingado e requebrado.
Bruno Barcelos
Nosso Taurino que tem histórias de vida pra lá de picantes nos banheirões da vida é um verdadeiro touro. Atualmente tá numa vibe mais romântica, mas tem muita crônica para escrever e capaz de lançar uma trilogia.
Marco Silva
Nossa rainha forever, PhD na arte da putaria, se sou quem sou hoje é graças a ele. Inês Brasil com seus dezoito anos de Alemanha fica no chinelo. Marco é do signo de Leão e não tá nem aí, afinal como ele mesmo diz: ninguém aqui me conhece!
Miguel (Me)
PAUlistano (mas não moro mais). Sagitariano com ascendente em gêmeos, 23 anos. Estou mestrando e sou extremamente conciso nas palavras (E inventa de escrever Blog pra que?).
P.S. Tenho a coroa. Com o passar das postagens vocês entenderão os motivos.
Allan Ricart
Capricorniano com seu 1 metro e 82 centímetros, magro biotipo. As pessoas dizem que os 2.2 (que não é só na idade) é para enlouquecer. O melhor dançarino do grupo por onde passa deixa todos de boca aberta com seu gingado e requebrado.
Bruno Barcelos
Nosso Taurino que tem histórias de vida pra lá de picantes nos banheirões da vida é um verdadeiro touro. Atualmente tá numa vibe mais romântica, mas tem muita crônica para escrever e capaz de lançar uma trilogia.
Marco Silva
Nossa rainha forever, PhD na arte da putaria, se sou quem sou hoje é graças a ele. Inês Brasil com seus dezoito anos de Alemanha fica no chinelo. Marco é do signo de Leão e não tá nem aí, afinal como ele mesmo diz: ninguém aqui me conhece!
Welcome!
Ser gay/bi/lésbica/trans/travesti no Brasil não é algo fácil, muitas vezes, e no meu caso, optamos por levar uma vida em meio às sombras ou dentro do armário mesmo. Apesar de hoje ser menos cri cri (gente isso ainda se fala) em relação a isso, tenho receios em falar abertamente sobre essas questões com certas pessoas (leia-se familiares). Mas isso vai de cada um. E como colocar pra fora as ânsias, os sentimentos e as experiências ao longo desta vida? Existem algumas formas: falar com os amigos, falar com um padre ou criar um Blog. E cá estamos!
No entanto, quando resolvi criar um blog ou site em que pudessem contar experiências ou compartilhar momentos de minha vida, percebi que não o poderia fazer sem a ajuda de meus grandes amigos. E também por uma questão de interesse, todos temos histórias bem picantes, engraçadas e até tristes para contar. Mas vamos focar nas coisas boas!
Pois bem, o Open the door Brasil será um blog com temas variados. Aqui iremos relatar nossas vivências e emoções em relação ao nosso mundo. Sintam-se a vontade para comentar, sugerir ou enviar seu depoimento. Estamos aqui para nos ajudarmos!
Grande Abraço!
Miguel
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