Apesar desde pequeno ficar me agarrando com outros meninos, nunca soube direito o que realmente estava acontecendo. Eu sentia atração e então fazia de tudo pra beijá-los, isso com apenas seis anos de idade. Na adolescencia eu dei um time e comecei a ficar com garotas, creio que mais por uma imposição social, mas eu ainda fui perdidamente apaixonado por uma namorada quando tinha 16 anos. Nunca transamos (Oh glória!). Essa mesma namorada morava no sítio em que sempre ia passar férias, no qual minha avó também residia. Comecei a frequentá-lo com meus doze anos mais ou menos e sempre gostei muito de lá. Acordava cedo, tomava café, dava milho para as galinhas, levava o gado junto com meu tio para a roça, enfim... eram momentos de tranquilidade.
Outra coisa que fazia muito era caçar passarinho com meu primo, que era um ano mais novo que eu. Todos os dias íamos a um lugar diferente, eu não gostava muito da ideia de matar, mas ia mais pela diversão e pelos momentos de descontração. Certo dia fomos pelo baixio no qual havia uma enorme mangueira, era mês de dezembro e o pé estava carregado. Subimos na intenção de saborear algumas mangas quando meu primo falou:
- Eu vou bater uma punheta.
Aquilo foi embaraçoso, já havíamos saído outras vezes e nunca ele havia falado assim, na cara dura, mas também fui. Ficamos a uns dois metros de distância, pois havia a possibilidade de alguém chegar. Quando nos acomodamos entre os galhos e vimos que os caminhos que davam até à mangueira estavam ao nosso alcance de visão, ele tirou o pau do short, e que pau! Grosso e creio que uns 18cm. Seu apelido era três pernas. O pau estava meia bomba e para deixá-lo mais duro ele deu umas três sacudidas, cuspiu e começou os movimentos. Eu fiquei duro na hora!!!!
Meu primo era bonito, sempre teve fama de macho, bruto. A cor da pele era daquelas típica de trabalhador do campo, moreno queimado do sol. Isso tudo mexia comigo. Começamos a masturbação, chegando a um ponto que eu olhava muito para o pau dele e ele começou a olhar para o meu. Nosso olhares ficaram tão descarados que ele perguntou:
- Bate um pouquinho aqui?
Eu fiquei receoso, afinal ele sempre foi o machão e podia estar fazendo aquilo para me ridicularizar depois. Então disse:
- Só se você bater um pouco aqui também.
Ele fez um gesto para eu me aproximar. Fiquei do lado dele, ele estendeu a mão e apertou meu pau com força. Nossa como foi gostoso. Automaticamente eu peguei no dele, minha mão quase não fechava. Apertei e fazia os movimentos, pouco tempo depois ele gozou. A imagem da gala jorrando nunca vou esquecer. Caía nas folhas verdes e levemente escorria até cair no chão. Ele continuou a me masturbar até eu gozar também. Ao terminar senti uma sensação de nojo grande, foi a primeira vez que tive contato com homem já sendo homem (não ejaculava ainda quando tive outras coisas com homens). Sei que depois disso fomos para casa, a dele ficava pouco acima da de minha avó. Antes de me despedir falei:
- Amanhã vamos caçar passarinho de novo?
- Com certeza! - Respondeu ele.
O sorriso e o olhar dele já insinuou tudo.
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